Eis o trailer do filme “A Terra Perdida” (2009), baseado na série de TV O Elo Perdido que foi levada ao ar nos anos (1974-76). Na série original, produzida por Sid e Marty Krofft, o trio principal era formado pela família Marshall – Rick, o pai, um guarda florestal, e os filhos Will e Holly – que durante uma expedição sofre um terremoto e é levada a uma terra habitada por dinossauros. Na tentativa de retornar do ponto em que se perderam, encontram um amigo, Chaka – espécie de primata – que os ajuda a fugir dos perigos que enfrentam. No filme, o único Marshall que resta é Rick. Holly Cantrell é sua assistente e Will Stanton, um sujeito do campo. A estréia no Brasil está prevista para ocorrer em Agosto de 2009. Para os fãs, fica expectativa de que o sucesso seja repetido. Acho difícil, pois o apelo da série era justamente o de ser uma ficção científica para crianças. Dizem que agora isso mudou. É ver para crer.
domingo, 7 de junho de 2009
A TERRA PERDIDA ESTRÉIA EM AGOSTO
Eis o trailer do filme “A Terra Perdida” (2009), baseado na série de TV O Elo Perdido que foi levada ao ar nos anos (1974-76). Na série original, produzida por Sid e Marty Krofft, o trio principal era formado pela família Marshall – Rick, o pai, um guarda florestal, e os filhos Will e Holly – que durante uma expedição sofre um terremoto e é levada a uma terra habitada por dinossauros. Na tentativa de retornar do ponto em que se perderam, encontram um amigo, Chaka – espécie de primata – que os ajuda a fugir dos perigos que enfrentam. No filme, o único Marshall que resta é Rick. Holly Cantrell é sua assistente e Will Stanton, um sujeito do campo. A estréia no Brasil está prevista para ocorrer em Agosto de 2009. Para os fãs, fica expectativa de que o sucesso seja repetido. Acho difícil, pois o apelo da série era justamente o de ser uma ficção científica para crianças. Dizem que agora isso mudou. É ver para crer.
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NOS BASTIDORES DA NOTÍCIA
“Nunca esqueçamos que nós somos a notícia verdadeira, não eles.”
O filme é apenas uma história bem narrada, com uma edição eficiente – com destaque para a cena em que a subeditora do programa de notícias atravessa o estúdio, correndo, para entregar a tempo uma fita que deve imediatamente entrar no ar – é um trabalho de interpretação bem esculpido pelo diretor. Holly Hunter brilha como a obsessiva e temperamental Jane Craig; William Hurt, embora exagere nos tiques do apresentador de telejornais Tom Grunick, dá um curioso ar blasé ao personagem; finalmente, Albert Brooks mostra-se muito a vontade na pele do correspondente Aaron Altman. Há ainda uma participação especial de Jack Nicholson, no papel de um apresentador do jornal de Nova Iorque, admirado e temido, que intimida todos. O enredo trata, sobretudo, dos bastidores do jornalismo audiovisual e da forma que se comportam os profissionais da área, capazes, como apresenta o próprio filme, de forjarem uma lágrima durante uma entrevista somente com o intuito de causar maior impacto no público e conseqüentemente ascenderem na escala hierárquica do departamento jornalístico.
Os jornalistas que são pressionados pela necessidade de trabalhar rapidamente, empurrados pelo sistema de trabalho, correndo de um lado para o outro, deixando de retratar noticias que realmente importam; aqueles que mergulham na rotina e que acabam se acostumando e gostando de viver na ânsia e tensão que resulta em apertar botões e botar imagens no ar, talvez se identifiquem com o filme.
“Nos Bastidores da Notícia” bem que poderia ser uma denúncia – no estilo do infinitamente superior “Rede de Intrigas” (76), de Sidney Lumet – do jornalismo de massa feito na atualidade, que acaba por dar mais ênfase ao espetáculo do que a notícia em si. Poderia também ser uma crítica amarga do clima de competição que diariamente esquenta redações e redatores de telejornais. Ou ainda, o filme de Brooks poderia ainda enveredar por uma discussão sobre o conceito de ética dos profissionais da área de jornalismo.
Infelizmente, “Nos Bastidores da Noticia” fica a meio caminho de todas essas questões. História simples, banal até, sustentada por um frustrante triângulo amoroso, o filme, leve como uma novela das seis, seduz apenas pela técnica e pelo trabalho de atores. Ainda assim, tudo é bastante convencional. Bem ao estilo que a Academia gosta de premiar. Não é à toa que foi indicado para 7 categorias do prêmio, em 1988. Saiu de mãos abanando.
"Nos Bastidores da Notícia" (Broadcast News)
1987 – EUA - 133 min. – Colorido – DRAMA
Direção: JAMES L. BROOKS. Roteiro: JAMES L. BROOKS. Fotografia: MICHAEL BALLHAUS. Montagem: RICHARD MARKS. Música: BILL CONTI. Produção: JAMES L. BROOKS, distribuído pela 20th CENTURY-FOX.
Elenco:
WILLIAM HURT (Tom Grunick) ALBERT BROOKS (Aaron Altman), HOLLY HUNTER (Jane Craig), ROBERT PROSKY (Ernie Merriman), LOIS CHILES (Jennifer Mack), JOAN CUSACK (Blair Litton), PETER HACKES (Paul Moore), CHRISTIAN CLEMENSON (Bobby), JACK NICHOLSON (Bill Rorich), ROBERT KATIMS (Martin Klein), ED WHEELER (George Wein) e STEPHEN MENDILLO (Gerald Grunick).
Cenas do Filme:
Assista também:

Laços de Ternura
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quinta-feira, 4 de junho de 2009
MORRE ATOR DE KILL BILL
David Carradine, o astro de televisão da série de TV dos anos 70, “Kung Fu” e o vilão do título dos filmes da saga “Kill Bill”, foi encontrado morto na Tailândia. A embaixada norte-americana em Bangkok disse que o ator foi achado na suíte de um hotel, naquela cidade, onde estava trabalhando em um filme. Ele tinha 72 anos. David Carradine após uma breve participação no personagem título em 1966 de uma adaptação do faroeste “Shane” alcançou o estrelato em 1972, como o Kwai Chang Caine, um viajante criado por monges Shaolin para tornar-se um mestre em artes marciais. Sua carreira revigorou nos últimos anos quando foi convidado para estrelar o Bill, no filme de Tarantino Kill Bill Vol. 1 e Vol.2. Leia mais. Terra .
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segunda-feira, 1 de junho de 2009
O REGRESSO PARA BOUNTIFUL
“Quando você vive mais que sua casa e família, acho que viveu demais.”
Trata-se de um filme de extrema sensibilidade, cujo fio condutor é odisséia da pacata Carrie Watts (Geraldine Page) que, no ocaso da vida, decidde retornar a Bountiful, sua cidade natal. “O Regresso para Bountiful” é talvez o mais peculiar road movie dos últimos tempos. Morando com o filho Ludie (John Heard) e anora Jessie Mae (Carlin Glynn, esposa de Masterson) em Houston, Carrie Watts vive invariavelmente angustiada. Sua relação com Jessie Mãe é péssima. Quando juntas, as duas brigam como se fossem crianças. Enquanto Jesse sonha com a ascenção social do marido na cidade grande, Carrie deseja apenas rever Bountiful – cidade onde foi criada e que hoje sequer consta do mapa – antes de morrer. Mais do que uma simples volta à terra natal, a viagem de Carrie a Bountiful significa o encontro doloroso com o tempo perdido. No papel principal, Geraldine Page aumenta a empatia do público com seu personagem ao dar-lhe contornos chaplinianos. Com absoluto controle, lidando com um personagem tão complexo e delicado, Geraldine mostra o porquê foi uma das mais refinadas atrizes do cinema, embora aqui às vezes super represente.
Geraldine Page, por sua atuação, a última de sua carreira, recebeu um justo prêmio da Academia de Hollywood. Lembro-me que, ao anunciá-la vencedora na cerimônia de 86, o ator F. Murray Abraham – o Salieri, de “Amadeus” (1984) - disse sobre a até então recordista de indicações (sem ter sido premiada): “ela é a maior atriz da língua inglesa...”. Talvez não fosse. Contudo, a sua Sra. Watts foi um papel maravilhoso e talvez o melhor da carreira que a atriz fez nas telas, incluindo sua inesquecível Alexandra Del Lago, em “O Doce Pássaro da Juventude” (1967). A direção de Peter Masterson surpreende ao não deixar o filme tornar-se por demais teatral.
O elenco inteiro está muito bem: John Heard, como Ludie; Carlin Glynn como Jessie Mae, cuja paciência parece sempre estar próxima ao fim, mas sempre se renova; Richard Bradford, como o xerife que se torna aliado de Carrie Watts durante seu "vôo", e Kevin Cooney, como funcionário da estação da rodoviária.
Um destaque particular fica por conta de Rebecca De Mornay – mais famosa como a prostituta de “Negócio Arriscado” (1983) – que interpreta a simpática e centrada noiva de um militar que fica amiga de Carrie durante a viagem. Com imenso bom humor, a atriz contribui para o equilíbrio do filme.
Seguindo a trilha dos hinos religiosos entoados por Carrie Watts (“Para casa, para casa, com ternura Jesus está chamando”), “O Regresso para Bountiful” é uma obra marcada pelo o que a religião tem de mais puro: a esperança de uma vida melhor, aqui ou caso exista, no além. Se certos filmes às vezes nos dão a sensação de uma paulada na cara, outros, entrando pelos olhos e ouvidos, chegam ao coração e passam a acompanhar-nos, durante muito tempo, na memória. Este filme é um deles. Bom para ver e rever.
Regresso Para Bountiful (The Trip to Bountiful)
1985 – EUA - 108 min. – Colorido – DRAMA
Direção: PETER MASTERSON. Roteiro: HORTON FOOTE, baseado na peça homônima de HORTON FOOTE. Fotografia: FRED MURPHY. Montagem: JAY FREUND. Música: J. A. C. REDFORD. Produção: STERLING VANWAGENEN E HORTON FOOTE, realizado pela ISLAND PICTURES.
Elenco: GERALDINE PAGE( Carrie Watts), JOHN HEARD (Ludie Watts), CARLIN GLYNN (Jessie Mae), RICHARD BRADFORD (Xerife) , REBECCA De MORNAY (Thelma) e KEVIN COONEY (Roy).
Prêmios:
Oscar de Melhor Atriz Principal (Geraldine Page)/1986.
Cenas do filme:
Assista também:

Doce Pássaro da Juventude
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domingo, 31 de maio de 2009
SP GANHA CINE MARABÁ REMODELADO
A cidade de São Paulo recebeu um presente ontem. Foi reinaugurado o Cine Marabá. O antigo cinema da década de 40 era tombado pelo patrimônio histórico nos anos 90 e foi remodelado, mantendo-se a fachada e o hall de entrada. A mudanã maior deu-se na transformação de uma sala única de 1655 lugares para 5 salas, multiplex – a maior, com 430 lugares. A iniciativa foi da PlayArte. O projeto ficou a cargo de Ruy Ohtake e o restauro de Samuel Kruchin. A reforma ficou a um custo superior de R$ 8 milhões. A cidade merece e os paulistanos agradecem. Vamos aguardar que, em sendo sucesso essa empreitada, outros projeto semelhantes sigam em frente e revitalizem nossa antiga Cinelândia. É o caso dos antigos cines Paissandu, Ipiranga, Marrocos, Art Palácio e Dom José. Veja mais em Cine Marabá .
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A SAGA CONTINUA: TRAILER DE "LUA NOVA"
Com o sucesso de Crepúsculo (2009), a galera está aguardando com ansiedade o mais novo capítulo da saga – Lua Nova (The Twilight Saga: New Moon). A estréia no Brasil está prevista para ocorrer em Novembro deste ano. Para os fãs, fica aqui o trailer do filme.
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CATHERINE ZETA-BOYLE
Com a derrota na final do Britain´s Got Talent, Susan Boyle acabou não abocanhando os 100.000 euros, mas provavelmente já tem seu nome na boca do povo – que a web o diga. Isso já foi suficiente para alguns rumores de que estaria sendo sondada por Hollywoood – não para ser uma estrela. O que estaria sendo alvo de ser levado à telona é sua trajetória de vida – uma escocesa da província de West Lothian, 48 anos, voluntária religiosa e nunca beijada. A possível interessada nessa empreitada é a atriz Catherine Zeta-Jones, também escocesa. Diz-se que mesmo James Cameron, de Titanic estaria interessado em um projeto semelhante. Tudo isso tem sido desmentido. Enquanto isso, resta-nos divertir com o que tem rolado de brincadeiras sobre a “nova estrela” Susan Boyle. Veja aqui Funny or Die .
Fonte: Folhaonline
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