David Carradine, o astro de televisão da série de TV dos anos 70, “Kung Fu” e o vilão do título dos filmes da saga “Kill Bill”, foi encontrado morto na Tailândia. A embaixada norte-americana em Bangkok disse que o ator foi achado na suíte de um hotel, naquela cidade, onde estava trabalhando em um filme. Ele tinha 72 anos. David Carradine após uma breve participação no personagem título em 1966 de uma adaptação do faroeste “Shane” alcançou o estrelato em 1972, como o Kwai Chang Caine, um viajante criado por monges Shaolin para tornar-se um mestre em artes marciais. Sua carreira revigorou nos últimos anos quando foi convidado para estrelar o Bill, no filme de Tarantino Kill Bill Vol. 1 e Vol.2. Leia mais. Terra .
quinta-feira, 4 de junho de 2009
MORRE ATOR DE KILL BILL
David Carradine, o astro de televisão da série de TV dos anos 70, “Kung Fu” e o vilão do título dos filmes da saga “Kill Bill”, foi encontrado morto na Tailândia. A embaixada norte-americana em Bangkok disse que o ator foi achado na suíte de um hotel, naquela cidade, onde estava trabalhando em um filme. Ele tinha 72 anos. David Carradine após uma breve participação no personagem título em 1966 de uma adaptação do faroeste “Shane” alcançou o estrelato em 1972, como o Kwai Chang Caine, um viajante criado por monges Shaolin para tornar-se um mestre em artes marciais. Sua carreira revigorou nos últimos anos quando foi convidado para estrelar o Bill, no filme de Tarantino Kill Bill Vol. 1 e Vol.2. Leia mais. Terra .
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segunda-feira, 1 de junho de 2009
O REGRESSO PARA BOUNTIFUL
“Quando você vive mais que sua casa e família, acho que viveu demais.”
Trata-se de um filme de extrema sensibilidade, cujo fio condutor é odisséia da pacata Carrie Watts (Geraldine Page) que, no ocaso da vida, decidde retornar a Bountiful, sua cidade natal. “O Regresso para Bountiful” é talvez o mais peculiar road movie dos últimos tempos. Morando com o filho Ludie (John Heard) e anora Jessie Mae (Carlin Glynn, esposa de Masterson) em Houston, Carrie Watts vive invariavelmente angustiada. Sua relação com Jessie Mãe é péssima. Quando juntas, as duas brigam como se fossem crianças. Enquanto Jesse sonha com a ascenção social do marido na cidade grande, Carrie deseja apenas rever Bountiful – cidade onde foi criada e que hoje sequer consta do mapa – antes de morrer. Mais do que uma simples volta à terra natal, a viagem de Carrie a Bountiful significa o encontro doloroso com o tempo perdido. No papel principal, Geraldine Page aumenta a empatia do público com seu personagem ao dar-lhe contornos chaplinianos. Com absoluto controle, lidando com um personagem tão complexo e delicado, Geraldine mostra o porquê foi uma das mais refinadas atrizes do cinema, embora aqui às vezes super represente.
Geraldine Page, por sua atuação, a última de sua carreira, recebeu um justo prêmio da Academia de Hollywood. Lembro-me que, ao anunciá-la vencedora na cerimônia de 86, o ator F. Murray Abraham – o Salieri, de “Amadeus” (1984) - disse sobre a até então recordista de indicações (sem ter sido premiada): “ela é a maior atriz da língua inglesa...”. Talvez não fosse. Contudo, a sua Sra. Watts foi um papel maravilhoso e talvez o melhor da carreira que a atriz fez nas telas, incluindo sua inesquecível Alexandra Del Lago, em “O Doce Pássaro da Juventude” (1967). A direção de Peter Masterson surpreende ao não deixar o filme tornar-se por demais teatral.
O elenco inteiro está muito bem: John Heard, como Ludie; Carlin Glynn como Jessie Mae, cuja paciência parece sempre estar próxima ao fim, mas sempre se renova; Richard Bradford, como o xerife que se torna aliado de Carrie Watts durante seu "vôo", e Kevin Cooney, como funcionário da estação da rodoviária.
Um destaque particular fica por conta de Rebecca De Mornay – mais famosa como a prostituta de “Negócio Arriscado” (1983) – que interpreta a simpática e centrada noiva de um militar que fica amiga de Carrie durante a viagem. Com imenso bom humor, a atriz contribui para o equilíbrio do filme.
Seguindo a trilha dos hinos religiosos entoados por Carrie Watts (“Para casa, para casa, com ternura Jesus está chamando”), “O Regresso para Bountiful” é uma obra marcada pelo o que a religião tem de mais puro: a esperança de uma vida melhor, aqui ou caso exista, no além. Se certos filmes às vezes nos dão a sensação de uma paulada na cara, outros, entrando pelos olhos e ouvidos, chegam ao coração e passam a acompanhar-nos, durante muito tempo, na memória. Este filme é um deles. Bom para ver e rever.
Regresso Para Bountiful (The Trip to Bountiful)
1985 – EUA - 108 min. – Colorido – DRAMA
Direção: PETER MASTERSON. Roteiro: HORTON FOOTE, baseado na peça homônima de HORTON FOOTE. Fotografia: FRED MURPHY. Montagem: JAY FREUND. Música: J. A. C. REDFORD. Produção: STERLING VANWAGENEN E HORTON FOOTE, realizado pela ISLAND PICTURES.
Elenco: GERALDINE PAGE( Carrie Watts), JOHN HEARD (Ludie Watts), CARLIN GLYNN (Jessie Mae), RICHARD BRADFORD (Xerife) , REBECCA De MORNAY (Thelma) e KEVIN COONEY (Roy).
Prêmios:
Oscar de Melhor Atriz Principal (Geraldine Page)/1986.
Cenas do filme:
Assista também:

Doce Pássaro da Juventude
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domingo, 31 de maio de 2009
SP GANHA CINE MARABÁ REMODELADO
A cidade de São Paulo recebeu um presente ontem. Foi reinaugurado o Cine Marabá. O antigo cinema da década de 40 era tombado pelo patrimônio histórico nos anos 90 e foi remodelado, mantendo-se a fachada e o hall de entrada. A mudanã maior deu-se na transformação de uma sala única de 1655 lugares para 5 salas, multiplex – a maior, com 430 lugares. A iniciativa foi da PlayArte. O projeto ficou a cargo de Ruy Ohtake e o restauro de Samuel Kruchin. A reforma ficou a um custo superior de R$ 8 milhões. A cidade merece e os paulistanos agradecem. Vamos aguardar que, em sendo sucesso essa empreitada, outros projeto semelhantes sigam em frente e revitalizem nossa antiga Cinelândia. É o caso dos antigos cines Paissandu, Ipiranga, Marrocos, Art Palácio e Dom José. Veja mais em Cine Marabá .
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A SAGA CONTINUA: TRAILER DE "LUA NOVA"
Com o sucesso de Crepúsculo (2009), a galera está aguardando com ansiedade o mais novo capítulo da saga – Lua Nova (The Twilight Saga: New Moon). A estréia no Brasil está prevista para ocorrer em Novembro deste ano. Para os fãs, fica aqui o trailer do filme.
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CATHERINE ZETA-BOYLE
Com a derrota na final do Britain´s Got Talent, Susan Boyle acabou não abocanhando os 100.000 euros, mas provavelmente já tem seu nome na boca do povo – que a web o diga. Isso já foi suficiente para alguns rumores de que estaria sendo sondada por Hollywoood – não para ser uma estrela. O que estaria sendo alvo de ser levado à telona é sua trajetória de vida – uma escocesa da província de West Lothian, 48 anos, voluntária religiosa e nunca beijada. A possível interessada nessa empreitada é a atriz Catherine Zeta-Jones, também escocesa. Diz-se que mesmo James Cameron, de Titanic estaria interessado em um projeto semelhante. Tudo isso tem sido desmentido. Enquanto isso, resta-nos divertir com o que tem rolado de brincadeiras sobre a “nova estrela” Susan Boyle. Veja aqui Funny or Die .
Fonte: Folhaonline
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segunda-feira, 25 de maio de 2009
X-MEN ORIGENS: WOLVERINE
“Você não é um animal, Logan".
O bravo e sarcástico Wolverine agora surge no episódio “ X-Men Origens: Wolverine”, de forma a explicar seu passado e porque o cara é intrigante e incomum. Em determinada cena, ele se diz canadense. Com isso, não fica muito clara sua participação na Guerra Civil Americana, assim como também o fato dele parecer um inglês que passa o verão durante a infância em Indiana, nos Estados Unidos. Outro ponto é que, até então, não se sabia que Logan tinha um irmão. Victor Creed, melhor conhecido (não neste filme) como Dente-de-Sabre, o vilão que num dado momento era tido como o pai de Wolverine, é na verdade seu irmão. Ficamos sabendo isso, graças à confusa seqüência de abertura, na qual a troca de paternidade nos remete ao ano de 1845; entretanto, fica-se sem saber quando a tal troca teria ocorrido. Wolverine, ainda conhecido como James Logan, tem suas garras ainda feitas de osso e não de adamantium; abre a seqüência lutando numa série de batalhas (não em sua roupa de guerra), junto com Victor. Este, que tem suas unhas pontiagudas, é interpretado por Liev Schreiber.
Victor e James (tecnicamente, ele se torna Wolverine somente após os implantes de adamantium) são companheiros, depois inimigos mortais, e novamente amigos. Após a derrota na Guerra do Vietnã, James aposenta-se para as montanhas canadenses, onde ouve de sua namorada, Kayla (Lynn Collins), uma lenda que inspira seu nome. Antes disso, porém, alguns de seus ex- companheiros mutantes morrem - que, infelizmente, coincidência ou não – lembra o atual, e já esquecido, “Watchmen” (2009).
“Wolverine” é mais curto e menos pretensioso do que “Watchmen” (2009) mas tão esquecível quanto aquele, com um roteiro cheio de pontas, algumas inconsistências. Vingança é o motivo principal do filme e, como boa ferramenta, há uma conspiração militar/científica do governo chefiada pelo malvado Stryker (Danny Huston, de longe o melhor do filme).
A série de personagens secundários desfilam pelas cenas, a maior parte mutantes com poderes variados e de questionáveis chances de sucesso para a franquia Marvel. Ryan Reynolds, Taylor Kitsch e Will.i.am exibem-se e fazem o que podem, mas infelizmente não são capazes de compensar as ausências de, por exemplo, Halle Berry, Anna Paquin ou Ian Mckellen.
Acho que “X-Men Origens: Wolverine” vem tentar angariar alguns milhões de dólares, no embalo dos episódios anteriores, mas é a última evidência de que o superherói está sofrendo de uma séria e cansativa falta de imaginação. A reviravolta final, que dá ao pobre Wolverine um caso de amnésia – transformando-o num tipo de Jason Bourne com ferimentos — é uma admissão virtual de que nada terrivelmente interessante se aprendeu sobre o personagem. Ele esquece sua origem antes que o filme dedicado a tratar do assunto tenha terminado.
X-Men Origens: Wolverine (X-Men Origins: Wolverine)
2009 – EUA - 107 min. – Colorido – AÇÃO
Direção: GAVIN HOOD. Roteiro: DAVID BENIOFF E SKIP WOODS. Fotografia: DONALD M. McALPINE. Montagem: NICOLAS DE TOTH E MEGAN GILL. Música: HARRY GREGSON-WILLIAMS. Produção: LAUREN SHULER DONNER, RALPH WINTER, HUGH JACKMAN E JJOHN PALERMO, distribuído pela 20th CENTURY FOX.
Elenco:
HUGH JACKMAN(Logan/Wolverine), LIVE SCHREIBER (Victor Creed), DANNY HUSTON (Stryker), WILL.I.AM (John Wraith), LYNN COLLINS (Kayla Silverfox), KEVIN DURAND (Fred Dukes), DOMINIC MONAGHAN (Bradley), TAYLOR KITSCH (Remy LeBeau), DANIEL HENNEY (Agente Zero) e RYAN REYNOLDS (Wade Wilson)
Cenas do filme:
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X-Men
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domingo, 24 de maio de 2009
CRÍTICOS PREMIAM AUSTRÍACO EM CANNES
Os críticos de cinema do festival de Cannes já lhe tinham atribuído o favoritismo, mas agora é mesmo oficial. A Federação Internacional de Críticos de Cinema (FIPRESCI), distinguiu o filme «Das Weisse Band», do austríaco Michael Haneke, como o melhor filme em competição. A cerimonia de entrega dos prêmios realizou-se neste sábado, dia 23. O longa-metragem, que analisa as origens do totalitarismo alemão, faturou o troféu da Fipresci como o melhor entre os 20 em competição no prestigiado festival. O anúncio dos ganhadores da Palma de Ouro (principal troféu da mostra) aconteceu neste domingo e o prêmio da crítica internacional para "Das Weisse Band" foi um bom termômetro para as apostas do grande vencedor. Aliás, Haneke também faturou a Palma de Ouro. Veja em Terra .
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